Passos para uma alimentação saudável


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Eu me considero uma pessoa saudável. Sou vegetariana – apesar de ter dado umas escorregadas durante a gravidez, e agora estar meio difícil voltar à linha -, tive uma gestação excelente, sem qualquer problema de pressão, colesterol ou glicose, e não tive sequer uma cólica ou sangramento. Fiz yoga até a última semana. E assim que descobri a gravidez, comecei a prestar atenção na alimentação.

Como sou muito ativa, sigo fazendo exercícios e estou amamentando, a maior parte dos quilos que ganhei na gravidez já foram embora. Procuro fazer comidinha em casa como sempre fiz e consumir saladas sempre, mas com a rotina de intenso trabalho e mais um bebê, no último mês o cansaço tomou conta e demos várias escorregadas pedindo fast-food.

Estou tentando voltar a ter disciplina alimentar, mas pelo menos no fim de semana é sagrado – ou a gente pede alguma coisa, ou faz alguma gordice em casa, mesmo (no último sábado foi crepe suiço recheado).

Buscando ideias hoje, dei uma olhada em um livro que comprei no início da gravidez, o De 0 a 1000 – os dias decisivos do bebê, das Dras Roseli Sarni e Fabíola Suano (editora Abril). Esse livro é ótimo, tem dicas de saúde e organização a serem seguidas desde antes da concepção, por toda a gravidez e até o segundo ano de vida da criança.

E elas dão alguns passos, segundo o Guia Alimentar, para serem seguidos por toda a família buscando uma alimentação saudável. São dicas simples, e decidi dividi-las com vocês.

Lembrando que, mesmo que seu bebê ainda não coma comidinha (o meu também está só na amamentação por enquanto), logo ele fará isso, e iniciar ele já com uma alimentação saudável é fundamental para que ele mantenha os bons hábitos durante a vida.

Não esqueça: a alimentação e saúde do filho pequeno são responsabilidade dos pais, e se eles derem o exemplo, será perfeitamente natural para a criança agir da mesma maneira.

Passo 1: Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados (industrializados) a base da alimentação.Não tem nenhum mistério, galera. Só fazer comidinha caseira.2. Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar, cozinhar alimentos e criar preparações culinárias.E nada de deixar os condimentos na mesa, na hora da refeição. Se eles estiverem ali seu cérebro vai “mandar” colocar mais, mesmo que não precise.

3. Limitar o consumo de alimentos processados.Ou seja, passem o mais longe possível da salsicha e do hamburguer.

4. Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados (pratos prontos, congelados, salgadinhos e bolachas em pacote…)Sabemos que na correria do dia a dia, às vezes a gente apela pra lasanha congelada – que é um veneno. Não deixe isso virar um hábito. Uma ideia valiosa é fazer alguma comida caseira e congelar, para te salvar nos dias difíceis.

5. Comer com regularidade e atenção em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia.Acredito que o “ambientes apropriados” seja referente à limpeza e tranquilidade. O motivo exato de precisar da companhia eu não sei, pesquisarei mais sobre isso.

6. Fazer compras em locais que ofertem variedade de alimentos in natura ou minimamente processados. Se você encontrar um local perto de casa e não muito caro, fica bem mais fácil seguir esse passo.

7. Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias. É uma coisa que eu estava conversando com o marido hoje mesmo. Vou tentar, ao invés de pedir comida, pesquisar umas receitas diferentes e fazer um rango maneiro em casa. É mais barato e mais saudável.

8. Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece. Fazer comida toma bastante tempo, então não adianta, tem que haver organização.

9. Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora. Alimento fresco não tem nem comparação, né, gente?

10. Ser crítico quanto à informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas. Ou seja, estude sobre os alimentos em fontes confiáveis. A mídia não quer a sua saúde, ela quer vender.

Vai por mim, sua comidinha feita em casa, por mais simples que seja, sempre vai ser melhor e mais saudável que algo processado ou que venha em uma caixa.


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