O superpoder das mães


O superpoder das mães  1024x606 - O superpoder das mães

Sempre ouvi falar muito no “ O superpoder das mães ou instinto materno” – não aquele (mito) em que dizem que toda mulher quer ser mãe, mas sim aquele que fala sobre uma espécie de “superpoder” que as mães tem em relação à proteger suas crias. Um poder que alia intuição, habilidade e velocidade. Eu ouvia isso desde criança e achava que era bobeira, até ter meu filho.

Já foram muitas as situações em que aconteceu comigo, mas duas foram mais marcantes. A primeira aconteceu em meados de novembro passado, quando ainda morávamos no antigo apartamento. Bernardo estava brincando tranquilamente na varanda, e eu trabalhando no computador. Até que interrompi o que estava fazendo, sem pensar muito, e decidi ir vê-lo – bem a tempo de pegá-lo brincando com um grande caco de vidro entre os dedos. O caco era de um prato que havia quebrado mais de quinze dias antes, provavelmente ficou embaixo de algum móvel ou entre as portas da varanda, e não vimos. Bernardo estava com 11 meses, em uma fase de levar tudo à boca. Se eu não tivesse ido vê-lo naquele exato instante, provavelmente teríamos que ir correndo ao hospital.

A segunda vez foi mais recentemente, já na casa atual. Estava eu fazendo faxina em uma sexta-feira, e Bernardo, que agora já anda e brinca brincadeiras de crianças maiorzinhas, estava no quintal da frente com seus caminhõezinhos. Eu estava no auge das tarefas, até que mais uma vez sem pensar muito, larguei o rodo e fui vê-lo. E o flagrei deitando no chão, de bumbum pra cima, olhando bem de perto uma abelha que passeava pelo pé da cadeira. E já com o dedinho erguido para tocá-la.

Eu tenho vontade de estudar mais sobre isso. Curiosidade de saber se existe uma explicação científica para essa intuição louca que sentimos, e se de fato é uma coisa da mãe, ou se varia de família para família – no nosso caso, meu marido também já chegou várias vezes a tempo de impedir nosso filho de fazer besteiras. Acho que tem a ver com a proximidade que a criança tem com o genitor, também. Como nós dois trabalhamos em casa e ambos convivemos com ele na mesma proporção, desde o nascimento, nós dois desenvolvemos o mesmo faro para as artes dele, que não são poucas. A gente passa o tempo todo de olho, por conta de cadeiras, tomadas, embalagens de produtos que ele tenta abrir, a caixa de brinquedos que ele aprendeu a subir para se pendurar na cômoda, e muitas outras coisas.

Mamães, vocês tem esse superpoder em relação aos seus bebês? Os papais também tem? E quanto aos irmãos outras pessoas que possam morar e/ou conviver bastante com eles, como avós? Contem suas experiências “salvando” as crianças das traquinagens. 🙂

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