Meu bebê está com intestino preso


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No primeiro mês de vida do Bernardo, ele fazia cocô toda hora. Era um reloginho, a cada mamada uma fralda suja. Cheguei a pensar, uma vez, que era porque eu estava comendo mamão. Até me gabava que o intestino do meu filho era ótimo.Mas eis que, de uns dez dias pra cá, ele reduziu drásticamente a quantidade de cocô.

Está fazendo uma vez, de dois em dois dias, e aí, meus amigos, a enxurrada é grande o suficiente pra que nem a melhor das fraldas aguente.

Estou pesquisando sobre isso, porque realmente me preocupei, chegamos a pensar que fosse um problema intestinal. E pesquisando descobri que essa alteração no “padrão de nº2” é super normal, na fase em que ele está.

Basicamente faz parte do amadurecimento intestinal da criança, e algumas ficam até uma semana sem fazer nadinha. E que se deve prestar atenção se o bebê está irritado, demonstrando dor, e se o cocô tem uma aparência normal. Resumindo, as informações que encontrei não dão alternativas além de esperar que o intestino regule naturalmente, pois é tudo normal.

Como identificar um problema intestinal no bebê?

É claro que há sinais de alerta, uma vez que cada bebê é de um jeito e acaba se tornando complicado saber se o que acontece com cada um é normal. A cor da fezes, por exemplo. Elas podem ser marrons, amarelas ou até mesmo esverdeadas (geralmente as fezes de crianças que tomam fórmula tendem a ser mais escuras), mas devem ter uma cor viva, nunca esbranquiçada.

Em caso de fezes esbranquiçadas deve-se procurar o pediatra, assim como em caso de sangue nas fezes.

Caso seu bebê seja recém nascido, é normal que nos primeiros dias o cocô dele seja pegajoso e difícil de limpar, de uma cor verde escura, quase preta. Esse é o mecônio, e tem essa aparência estranha por ser da época em que a criança estava no útero e só consumia o liquido amniótico. Conforme os dias passam, as fezes vão mudando até não restar nada do mecônio.

Por mais que seja angustiante ver as fraldas sempre limpas, devemos sempre lembrar que bebês não são robôs, e que algumas coisas realmente fogem do que esperávamos.

E, sem indicação médica, não caia na tentação de dar ao seu bebê aquele chá que sua mãe e sua sogra vivem indicando (ou empurrando), muito menos algum remédio. Até mesmo aquele soluço chatíssimo é normal, então precisamos manter a calma e respeitar o tempo e o organismo de cada bebê. Tudo faz parte do desenvolvimento, e logo lembraremos de tudo com saudade, mesmo dos momentos aparentemente difíceis.


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