Como dar limites à crianças pequenas?


Como dar limites à crianças pequenas  - Como dar limites à crianças pequenas?

No último mês, Bernardo, que está com 1 ano e meio, começou a testar nossos limites. Ele está teimoso: mexe no que a gente diz pra não mexer, joga coisas dentro do aquário mesmo com a gente dizendo que não, e a alguns dias atrás pegou meus produtos de beleza do armário do banheiro e começou a lançar no chão como se fossem bolas. E aprendeu a dizer a palavra “não”, que está usando com cada vez mais frequência.

Eu sou contra bater, principalmente em uma criança pequena. De vez em quando eu e o pai dele discordamos em algumas coisas, mas sempre mantemos o respeito na frente dele e jamais desautorizamos um ao outro, mesmo discordando. Vivo em busca das maneiras mais corretas de educar uma criança pequena, pois sei o quanto essa fase é importante e delicada. A linha entre e a permissividade e o exagero é tênue nesses casos, e vira e mexe fico com a sensação de estar fazendo tudo errado – ou seja, estamos aprendendo todas juntas.

Em minhas pesquisas sobre a melhor maneira de educar, encontrei algumas dicas. Vou dividi-las com vocês:

-Limites são fundamentais para a vida e um bem precioso. Não tenha receio em impor limites ao seu filho, é isso que fará dele uma pessoa de caráter. Vocês podem ter seus momentos de relaxar, vocês podem ser amigos, mas não deixem de ser pais. Uma criança que não vê os pais como autoridade, que não recebe limites, além de tudo tende a ser insegura.

-Mesmo quando ainda não tem entendem o significado das palavras, os bebês aprendem a reconhecer as situações através da sua entonação de voz. Daí vem a importância de desde o início ser firme, porém sem agressividade e estupidez. Lembre-se que nada ensina melhor do que o exemplo.

-Se você vai proibir seu filho de fazer algo, explique a ele o porquê da proibição. Você pode até cair na tentação do “porque sou sua mãe e você faz o que eu mandar”, mas a chance de sucesso é bem maior se a criança tiver chance de entender o sentido daquilo.

-Utilize castigos coerentes com o que a criança fez. Seu filho jogou o tubo de pasta de dente na privada? Não o deixe mais segurar o tubo de pasta de dente. Não emprestou o brinquedo para o coleguinha? Não o deixe mais ir brincar na casa dos coleguinhas, pelo menos por um tempo. Nossos  avós usavam muito o “ajoelhar no milho” e “cheirar a parede”, mas o afinal, o que isso tem a ver com a arte que seu filho fez? Por que esse castigo faria sentido para ele?

-Se você disse que faria tal coisa se ele teimasse, cumpra o prometido. Não ceda. Quando a criança pega o ponto fraco dos pais e aprende a driblá-los, ela não para mais de fazer isso e nem leva mais o que os pais dizem a sério. E imagine só quando chegar à adolescência…

-E não se esqueça: “É preciso endurecer, mas sem perder a ternura.” Ser rígido com seu filho não significa se tornar um monstro.

Ah, e sobre as artes do Bernardo que contei lá em cima: ele foi proibido de pegar meus produtos de beleza. 😀

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